Uma das apoiadoras da 2ª edição do Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos, a apresentadora Xuxa Meneghel, enfatiza a importância de garantir a dignidade humana.
“Todo ser humano tem direitos e merece respeito. O Prêmio Juíza Patricia Acioli não permite que sua luta pelos seres humanos seja esquecida”, afirmou Xuxa.
Promovida pela Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), a cerimônia de premiação acontece nesta sexta-feira (8), às 17h, no auditório Antonio Carlos Amorim, no Tribunal de Justiça do Rio.
Defensora da aprovação da Lei da Palmada, que tramita no Congresso, Xuxa defende que casos de violência doméstica contra crianças sejam denunciados.
Ministros, senadores, deputados, magistrados, defensores, advogados e artistas que apoiam Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos, já confirmaram presença na solenidade de premiação.
Dentre as autoridades confirmadas estão a ministra de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário; o vice-prefeito do Rio de Janeiro, Adilson Pires; o secretário estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro, Zaqueu da Silva Teixeira; a secretária de Educação do Rio de Janeiro, Cláudia Costim; a delegada e chefe da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, Martha Rocha; e a secretária de Educação de São Gonçalo, Regina dos Santos Silva.
Também estarão na cerimônia o senador Lindbergh Farias (PT-RJ); os deputados federais Chico Alencar (PSOL-RJ), Alessandro Molon (PT-RJ), Sergio Zveiter (PSD-RJ), Hugo Leal (PSC-RJ), Otavio Leite (PSDB-RJ); a deputada federal, Benedita da Silva (PT-RJ); os deputados estaduais Bebeto (PDT), Chiquinho da Mangueira (PMDB), Gilberto Palmares (PT), Paulo Ramos (PDT) e Marcelo Freixo (PSOL); as deputadas estaduais Clarissa Garotinho (PR) e Maria Inês Pandeló (PT); o vereador do Rio de Janeiro, Reimont (PT); e o vereador de São Gonçalo, Renatinho (PSOL).
O cartunista e escritor Ziraldo, a atriz e presidente da Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Carla Camurati; a atriz Giulia Gam; a bailarina Ana Botafogo; e o coordenador do AfroReggae, José Junior são algumas das personalidades que já confirmaram presença no evento.
Atrações
O evento, contará com várias apresentações especiais: os jovens da Orquestra Maré do Amanhã, um projeto social desenvolvido no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro; o Afrolata, um dos grupos de percussão do AfroReggae; o grupo Mangueira do Amanhã, um dos projetos que compõem o Programa Social da Mangueira; e a Escola de Dança Maria Olenewa.
O prêmio
Criado em 2012, pela Amaerj, com o apoio do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, o Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos homenageia a magistrada da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, assassinada em Piratininga, Niterói, em agosto de 2011, e enfatiza as causas humanistas. Tem, ainda, o propósito de demonstrar a necessidade de um trabalho preventivo de segurança dos magistrados.
A 2ª edição do Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos tem o apoio do TJ-RJ, Emerj, Bradesco, Rio Ônibus, Facha, AfroReggae e Gabriela Sou da Paz.
Categorias
Este ano, a premiação contou com três categorias: “Redação do Ensino Fundamental”, ‘Trabalhos Acadêmicos” e “Práticas Humanísticas”.
Os três melhores trabalhos de cada categoria serão premiados. Além disso, todos os concorrentes receberão certificado de participação e será concedida menção honrosa aos que se destacaram.
Premiação
Nas categorias “Trabalhos Acadêmicos” e “Práticas Humanísticas” o primeiro lugar receberá R$ 15 mil, o segundo R$ 10 mil e o terceiro, R$ 5 mil. Na categoria Redação do Ensino Fundamental os três melhores textos serão premiados com um tablet.
Essa é uma forma de a Amaerj estimular os alunos a progredirem nos estudos e continuarem levando o conceito dos Direitos Humanos às localidades onde residem e frequentam a escola.
O prêmio em dinheiro, voltado somente para as categorias “Trabalhos Acadêmicos” e “Práticas Humanísticas”, visa oferecer uma ajuda efetiva para que os vencedores possam investir em estudos, aprimoramento e ações eficazes na valorização dos direitos humanos.
Júri
Para garantir uma avaliação plural, a banca conta com o psicólogo Carlos Santiago Ribeiro, o advogado criminal Técio Lins e Silva, o jornalista e escritor Ricardo Viveiros e o magistrado André Luiz Nicolitt.
