Com o tema “Construindo Cidadania”, foi lançado, na noite de ontem (10), o 4º Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos. A cerimônia de abertura, realizada no auditório da Emerj, relembrou a grande importância da magistrada na luta pelos direitos humanos. Diversas autoridades participaram do evento, que contou com apresentações de música e dança. O Prêmio é uma iniciativa da Amaerj e tem como objetivo não apenas manter viva a história da magistrada na memória coletiva, mas também contribuir com uma cultura dos direitos humanos para a sociedade.
O presidente da Amaerj, juiz Rossidélio Lopes da Fonte, agradeceu a todos os parceiros do Prêmio por tornar a 4ª edição uma realidade. “Graças a eles nós conseguimos oferecer essa premiação em dinheiro aos defensores dos direitos humanos. Esse ano queremos premiar as melhores práticas positivas na construção da cidadania. Esperamos que cada um de vocês ajude na construção dessa edição.” Com apoio do TJ-RJ, o Prêmio conta com a parceria do Bradesco, da Vale, da Fetranspor, da Rio Ônibus, da Masan, da TV Record, da Fundação Xuxa Meneghel e da ONG RioSolidário.
A juíza Denise Appolinária, diretora de Direitos Humanos da Amaerj, reafirmou a importância da participação do público no Prêmio e das inscrições. “Ao longo desses 4 anos tenho reafirmado aqui a grande honra que significa para a Amaerj a presença do público no Prêmio Patrícia Acioli. Quero lembrar a todos vocês para trazerem os seus trabalhos acadêmicos, reportagens jornalísticas e práticas humanísticas, porque a grande tarefa de transformar a promessa constitucional de um país de direitos humanos em uma verdade no dia a dia, vai depender da soma de cada gota de suor dos semeadores da paz”.
Como presidente da RioSolidário e primeira dama do Estado do Rio de Janeiro, Maria Lúcia Horta Jardim, destacou a importância da Constituição. “A parte mais importante da nossa Constituição é quando ela fala do princípio da dignidade da pessoa humana e esse Prêmio fundamentalmente visa esse princípio, que é o princípio da vida. Tenho a honra em participar e dar parabéns por essa iniciativa. A semente plantada por esse Prêmio é muito importante e fará a diferença, pois trabalhar com os direitos humanos mexe com nossa essência. Hoje saio daqui com a minha alma feliz”, afirmou.

O Prêmio teve apresentações da Orquestra de Percussão Municipal Amaral Peixoto, da Banda Urca Bossa Jazz – com participação do desembargador Wagner Cinelli –, da Orquestra de Sopros AfroReggae e do grupo Malaka Música e Dança.
A cerimônia de premiação será no Theatro Municipal do Rio, em 16 de novembro, às 19 horas. Os ministros Ricardo Lewandowski, presidente do STF, José Eduardo Cardozo, da Justiça, e Pepe Vargas, de Direitos Humanos, e o governador Luiz Fernando Pezão confirmaram presença na cerimônia.



