Anote na agenda:
No próximo dia 8 de novembro será realizada a cerimônia da segunda edição do Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos, a partir das 17h, no auditório Desembargador Antonio Carlos Amorim, na avenida Erasmo Braga,115,
4º andar, no Rio de Janeiro.
O ato contará com várias apresentações especiais que prometem muita emoção, música e dança da melhor qualidade e será aberto ao público.
Jovens da Orquestra Maré do Amanhã, do grupo Afrolata e da Mangueira do Amanhã, além dos bailarinos da escola de dança Maria Olenewa vão fazer apresentações.
Dois nomes consagrados da cultura nacional também estarão prestigiando a premiação em homenagem à juíza Patrícia Acioli: a bailarina Ana Botafogo e o cartunista Ziraldo.
Orquestra Maré do Amanhã: Faz parte do Projeto estrada Cultural desenvolvido no Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, região marcada pela miséria e violência. O projeto surgiu da crença de que as artes estimulam a transformação social e cultural de crianças e jovens. A Orquestra da Maré foi criada, em 2010, pelo maestro Carlos Eduardo Prazeres. Ele conta que, no começo, “não havia recursos e nem instrumentos para todos”. Ao idealizar o projeto, o maestro (filho do também maestro Armando Prazeres, morto, em 1999, com um tiro durante um sequestro-relâmpago, por criminosos moradores da Maré) quis evitar que crianças e jovens fossem aliciados por bandidos, como os que assassinaram seu pai. Atualmente, a Orquestra Maré do Amanhã conta com a participação de 300 crianças e jovens vindos das regiões da Maré, Penha, Caju e Xerém.
Afrolata: O Afrolata surgiu em 1998 e é formado por jovens de Vigário Geral. A banda alia o ritmo pulsante da percussão à coreografia vivas em seus shows. Todos os instrumentos usados pelo grupo são feitos a partir de materiais
recicláveis. O Afrolata foi criado por iniciativa do AfroReggae que é um grupo que luta pela transformação social, por meio da cultura e um dos parceiros do Prêmio Juíza patrícia Acioli de Direitos Humanos.
Mangueira do Amanhã: A escola de samba mirim é um dos projetos que compõem o Programa Social da Mangueira. Fundada pela cantora Alcione, que é a presidente de honra do grupo, a Mangueira do amanhã já teve mais de 3.000 componentes desfilando no mesmo ano e revelou vários talentos e artistas que hoje fazem parte da escola principal. É formada por crianças e jovens de 7 aos 17 anos de idade que estejam matriculados na escola.
Escola de Dança Maria Olenewa: É o resultado do esforço e talento de Maria Olenewa, primeira bailarina da Companhia de Dança Ana Pavlova, da Rússia, escola fundada em 1927. Em 918, Olenewa se apresentou no Brasil pela primeira vez e fundou a primeira escola de dança no país. Em um prédio anexo ao teatro Municipal, que encampou a iniciativa de Olenewa, a escola funcionou até 1977. Atualmente, a sede própria da escola fica no bairro da Lapa, Rio de Janeiro.
O Prêmio Juíza Patrícia Acioli de Direitos Humanos, neste ano, contempla três categorias: Trabalhos Acadêmicos, Práticas Humanísticas e Redação do Ensino Fundamental, exclusiva para estudantes da rede pública municipal que participaram do programa Juristur – Conhecendo o Judiciário, da Amaerj.