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Amaerj e Tribunal se reúnem para investigar morte de juiz em acidente aéreo

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O presidente da Amaerj, Cláudio dell’Orto, e o desembargador Antônio Jayme Boente, presidente da Comissão de Segurança Institucional do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (Coseg), se reuniram na última terça-feira (5) com o tenente coronel aviador Marcus Pacobahyba, chefe do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes (SERIPA III), para apurar investigações do acidente que provocou a morte do juiz Carlos Alfredo Flores da Cunha e do seu instrutor, Adelmo Louzada.

No encontro, o tenente coronel informou sobre várias diligências que estão sendo realizadas pela Aeronáutica, em especial, perícias de equipamento e locais.

Todos os resultados serão enviados para a autoridade policial, para o Ministério Público e para a Coseg.

A Amaerj continuará acompanhando e cobrando a integral apuração das responsabilidades pelo trágico evento.

O acidente

 No último dia 21 de outubro, o monomotor modelo Seneca, prefixo PT – KGK, em que estavam Carlos Alfredo Flores da Cunha, 48 anos, juiz de Direito da 5ª Vara de Órfãos e Sucessões/RJ e o piloto Adelmo Louzada de Souza, 46, caiu na Lagoa do Marine, em São José do Imbassaí, distrito de Marica, Região dos Lagos, Rio de Janeiro.

O monomotor decolou do aeroclube do Brasil, localizado no Aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Oeste do  Rio de Janeiro. 

Este foi o segundo acidente envolvendo aeronaves na cidade em 40 dias.

No dia 11 de setembro, o instrutor de voo João Antônio Soares, de 36 anos, morreu depois que a aeronave em que estava atingiu o muro de uma casa no bairro Parque Eldorado.

O aluno Caio Freitas, de 19 anos, ficou gravemente ferido.