Um aplicativo de celular acoplado na farda dos policiais militares do Rio começou a ser testado, nesta quarta-feira (23).
O mecanismo vai monitorar as operações da Polícia Militar em favelas pacificadas e as imagens serão enviadas para um centro de comando.
Em 2014, a partir de janeiro, os primeiros 100 equipamentos serão usados regularmente em patrulhas nas favelas da Rocinha, na Zona Sul, e do Batan, na Zona Oeste.
A tecnologia já foi testada com sucesso em alguns policiais de Unidade de Polícia Pacificadora em três comunidades.
A invenção brasileira foi apresentada na última terça-feira (22), nos Estados Unidos, durante um congresso sobre soluções tecnológicas para intermediar conflitos.
O centro de comando também poderá acionar o aplicativo. O projeto começou a ser desenvolvido em fevereiro deste ano pelo Instituto Igarapé, sem fins lucrativos, em parceria com o Google Ideas e a Polícia Militar do Rio.
Os programadores querem assegurar a privacidade dos moradores das comunidades, usando efeitos para ocultar o rosto de quem for filmado e bloqueando o acesso de estranhos no sistema.
