Mais de 6 mil pessoas manifestaram a vontade de ser doadoras de órgãos, durante o ano de 2013, ao emitir a certidão “Doar é Legal”.
O projeto é uma iniciativa do Poder Judiciário para conscientizar as pessoas sobre a importância desse tipo de ação.
No total, desde 2009, cerca de 18 mil voluntários preencheram uma ficha – certidão sem validade jurídica – que atesta o desejo de doar órgãos, células e tecidos.
O programa é coordenado nacionalmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e executado pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS).
O objetivo é incentivar que cada pessoa – por meio da certidão que pode ser impressa no site do programa – divulgue o desejo de ser doador entre seus familiares.
São Paulo é o Estado com maior número de certidões emitidas. Ao todo, 9.681 pessoas manifestaram a vontade de ser doador pelo Programa. Do total de certidões emitidas para o estado, 5.221 foram apenas em 2013.
Em segundo lugar vem o Paraná com 1.828 doadores e, em seguida, o Minas Gerais com 685 certidões solicitadas.
Não há necessidade de ser produzido documento escrito para uma pessoa se tornar doadora de órgãos. Para isso, basta expressar o desejo da doação à família. O voluntário também pode informar publicamente que é doador por meio das redes sociais.
De acordo com o Ministério da Saúde, em um ano, a parceria entre o órgão e a rede social Facebook para incentivar a doação de órgãos registrou a adesão de mais de 135 mil pessoas.
A ferramenta permite que o internauta adicione esta informação à sua linha do tempo e também ao seu perfil.
Desde que a campanha foi criada, a página oficial do Ministério da Saúde no Facebook registrou um aumento de 1.780% no número de usuários.
